<?xml version="1.0" encoding="UTF-8" ?><rss version="2.0"><channel><title>HossNet Provedor de Internet</title><link>http://hossnet.com.br/modulos.php?nome=noticias</link><language>pt-BR</language><item><category>Saúde</category><title>Conselho de Medicina rejeita cirurgia bariátrica feita por Faustão.</title><link>http://hossnet.com.br/modulos.php?nome=noticias&amp;visualizar=3</link><description><![CDATA[Conselho de Medicina rejeita cirurgia bari&aacute;trica feita por Faust&atilde;o]]></description><pubDate>2011-07-22 21:50:00-04:00</pubDate><author>ig</author></item><item><category>Saúde</category><title>Obesidade coloca fígado e tireoide em risco</title><link>http://hossnet.com.br/modulos.php?nome=noticias&amp;visualizar=2</link><description><![CDATA[http://saude.ig.com.br/minhasaude/obesidade+coloca+figado+e+tireoide+em+risco/n1596982487740.html]]></description><pubDate>2011-07-05 12:01:00-04:00</pubDate><author>Ig</author></item><item><category>Pilantragem</category><title>Governo pagou R$ 14,4 mi por internação de pacientes mortos</title><link>http://hossnet.com.br/modulos.php?nome=noticias&amp;visualizar=1</link><description><![CDATA[Bras&iacute;lia - O governo federal gastou R$ 14,4 milh&otilde;es para custear procedimentos de alta complexidade e interna&ccedil;&otilde;es de pacientes do Sistema &Uacute;nico de Sa&uacute;de (SUS) que j&aacute; estavam mortos. Auditoria do Tribunal de Contas da Uni&atilde;o (TCU) identificou 9 mil casos de pagamentos indevidos em todo o pa&iacute;s entre junho de 2007 e abril de 2010. Outros 860 procedimentos, referentes a pacientes que morreram durante a interna&ccedil;&atilde;o, foram pagos.O relat&oacute;rio do TCU mostra que boa parte das hospitaliza&ccedil;&otilde;es ocorreu, mas em per&iacute;odos distintos do informado no boleto de cobran&ccedil;a. A estrat&eacute;gia seria usada por administradores de hospitais para driblar o limite de reembolso mensal fixado pelo governo. Atingido o teto, eles empurravam as cobran&ccedil;as para o m&ecirc;s seguinte, alterando, assim, a data dos procedimentos.Os casos somente foram identificados por causa da incoer&ecirc;ncia entre datas dos procedimentos e da morte dos pacientes. Por isso, o relator do processo, ministro Jos&eacute; Jorge, alerta que o problema pode ser ainda maior, porque n&atilde;o s&atilde;o considerados dados de pacientes que sobreviveram. "Existe uma clara possibilidade de que casos semelhantes tenham ocorrido, mas n&atilde;o detectados", avalia.Hospitais apresentaram uma justificativa para a cobran&ccedil;a. Segundo eles, isso ocorreria em raz&atilde;o da entrega antecipada de medicamentos em locais distantes, onde a troca de informa&ccedil;&otilde;es &eacute; demorada. Isso faria com que, muitas vezes, a not&iacute;cia da morte do paciente demorasse a chegar ao servi&ccedil;o de sa&uacute;de."Essa justificativa pode explicar parte das ocorr&ecirc;ncias verificadas, mas n&atilde;o a sua totalidade", disse Jorge. Para ele, os dados reunidos na investiga&ccedil;&atilde;o feita mostram haver tamb&eacute;m casos pontuais em que h&aacute; ind&iacute;cios de cobran&ccedil;as indevidas.A diretora do departamento de regula&ccedil;&atilde;o, avalia&ccedil;&atilde;o e controle de sistema do Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de, Maria do Carmo, afirmou que as recomenda&ccedil;&otilde;es do TCU j&aacute; s&atilde;o adotadas pela pasta. "O sistema de AIH (autoriza&ccedil;&atilde;o de interna&ccedil;&atilde;o hospitalar) &eacute; antigo. Criamos de forma sistem&aacute;tica amarras para evitar fraudes. Mas, como em todas as &aacute;reas, embora o sistema seja permanentemente aprimorado, h&aacute; o componente humano, a criatividade das pessoas que est&atilde;o dispostas a fraudar", afirmou. As informa&ccedil;&otilde;es s&atilde;o do jornal&nbsp;O Estado de S. Paulo.]]></description><pubDate>2011-07-05 11:56:00-04:00</pubDate><author>uol</author></item></channel></rss>
